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14 de julho de 2011
4 de julho de 2011
Há os meninos que choram.
Há os meninos que choram e não são os meninos da lágrima. Os meninos que choram são meninos de todos os dias, meninos de verdade como diria o pinóquio que afinal esmagou o grilo, mas na história de encantar todos diziam que eram amigos. Com sorrisos e assobios, com alegria e com vontade, os meninos que choram são os meninos que não choram sempre. Mas de vez em quando dá-lhes para isso. Às vezes porque entalam os dedos, outras porque lhes pisam os calos, outras só porque sim.
19 de junho de 2011
2 de junho de 2011
Post it para o senhor Jobs.
A vida devia ser programada para ter os seguintes atalhos:
. undo
. escape
. redo
. find path
. convert to curves
. sign out
. help
Não tem de quê.
11 de maio de 2011
Bad hair day.
Façam-me um favor: da próxima vez que me ouvirem pronunciar a palavra "franja" acompanhada de um qualquer verbo em voz activa, modo indicativo, no presente ou no futuro, batam-me com um pau. Mas assim mesmo para aleijar.
8 de dezembro de 2010
30 de novembro de 2010
5 mistérios insondáveis das viagens de avião
1. Porque é que, ainda antes de a porta de embarque abrir e tendo um lugarzinho marcado só para si, o douto passageiro teima em ficar numa fila interminável em frente a uma porta fechada? É uma forma de pressão sobre a equipa de terra? Está a treinar para a visita trimestral à repartição de finanças?
2. Porque é que, tendo espaço na bagageira por cima da cabeça, o douto passageiro decide transportar a mala, casaco, computador e saco do freeshop algures entre o espaço debaixo do banco da frente e o colo? É medo de que os macacos anões que vivem nas bagageiras vasculhem os seus pertences? É levar demasiado à letra a regra de não deixar a bagagem desacompanhada?
3. Porque é que o douto passageiro aplaude quando o avião aterra? É porque a porta do piloto está fechada e não dá para ir lá dar uma gorjeta? É porque o curso de aviação comercial permite avaliar a perfeição com que o piloto se fez à pista?
4. Porque é que, assim que o avião aterra, antes de o sinal de apertar os cintos se apagar e antes de as portas abrirem, o douto passageiro se levanta? É porque prefere, em vez de estar sentado, estar em pé de pescoço torcido por tempo indeterminado? É porque tem medo que não o deixem sair e seja condenado a viajar em círculos pelo espaço aéreo internacional para toda a eternidade?
5. Porque é que, antes sequer de o tapete de bagagens começar a rolar, o douto passageiro se enfia num buraquinho entre outros doutos passageiros, à laia de construção devota de barreira humana? É porque o tapete não anda à roda e se não se apanha logo a mala ela vai para o buraco negro da bagagem negligenciada? É porque, não vá o diabo tecê-las, a mala pode ir embora sozinha e não ter a morada de casa?
Tenho de ir à wikipédia.
2. Porque é que, tendo espaço na bagageira por cima da cabeça, o douto passageiro decide transportar a mala, casaco, computador e saco do freeshop algures entre o espaço debaixo do banco da frente e o colo? É medo de que os macacos anões que vivem nas bagageiras vasculhem os seus pertences? É levar demasiado à letra a regra de não deixar a bagagem desacompanhada?
3. Porque é que o douto passageiro aplaude quando o avião aterra? É porque a porta do piloto está fechada e não dá para ir lá dar uma gorjeta? É porque o curso de aviação comercial permite avaliar a perfeição com que o piloto se fez à pista?
4. Porque é que, assim que o avião aterra, antes de o sinal de apertar os cintos se apagar e antes de as portas abrirem, o douto passageiro se levanta? É porque prefere, em vez de estar sentado, estar em pé de pescoço torcido por tempo indeterminado? É porque tem medo que não o deixem sair e seja condenado a viajar em círculos pelo espaço aéreo internacional para toda a eternidade?
5. Porque é que, antes sequer de o tapete de bagagens começar a rolar, o douto passageiro se enfia num buraquinho entre outros doutos passageiros, à laia de construção devota de barreira humana? É porque o tapete não anda à roda e se não se apanha logo a mala ela vai para o buraco negro da bagagem negligenciada? É porque, não vá o diabo tecê-las, a mala pode ir embora sozinha e não ter a morada de casa?
Tenho de ir à wikipédia.
28 de outubro de 2010
Eu queria um FMI na minha vida.
Já que o governo não os quer cá podem mandá-los para minha casa que ando precisada de alguma austeridade, que alguém tenha mão em mim.
28 de julho de 2010
Depois de uma passagem pelo facebook a meio de uma insónia...
... acho que estou preparada para escrever mais um capítulo do Tratado Anti-Tesão. Ele há com cada cromo.
1 de maio de 2010
21 de março de 2010
17 de março de 2010
Barriga no fogão.
Acho que me vou candidatar ao Guiness como a criatura que mais jantares serve em casa para os amigos. Faz-me profundamente feliz ter sempre a casa cheia de gente que adoro. Mas o prazer também cansa. Para a semana faço greve à barriga no fogão, quem quiser aparecer que leve pão que eu tenho manteiga.
13 de março de 2010
11 de março de 2010
8 de março de 2010
Acabei de realizar...
...que da minha cama vejo o céu.
(antes que o meu querido amigo Felino comente: é literal.)
(antes que o meu querido amigo Felino comente: é literal.)
7 de março de 2010
Diz que é uma espécie de existencialismo.
Ontem o meu querido amigo às vezes à noite narrava a história de uma mulher que escreveu num blog coisas sobre o amor. Estilo à parte, o conteúdo foi comentado por alguém que despejou um chorrilho de asneiradas que qualificavam a criatura que escrevia sobre o amor como uma encalhada a quem falta... amor (séquementendem). A autora não era eu - esclareço a bem da minha dignidade editorial - mas a carapuça serviu-me em parte: estará este blog a transformar-se numa versão rasca do Sex&The City meets Maria, esse ícone editorial português? Porque, de facto, fazendo um scroll down nas coisas que tenho escrito e fazendo um resumo das minhas conversas mais íntimas das últimas semanas acho que ando a falar demasiado sobre o assunto. Sem prejuízo de continuar a achar que o amor é lindo, prometo tentar diversificar os temas. Apesar de, como todos sabemos, promessas leva-as o vento.
Etiquetas:
do amor e outros fatalismos,
perfeitas inutilidades
18 de fevereiro de 2010
Do enviesamento.
M.: que bom que já é quinta, este fim de semana não saio da cama senão para ir à casa-de-banho, beber água e comer qualquer coisa.
J.: então? Estás assim tão de rastos com o trabalho?
M.: estás parva? Tenho é um namorado novo e só o vejo aos fins-de-semana.
(J. a sentir-se estúpida pelo crónico enviesamento dos motivos que nos levam a não querer sair da cama...)
J.: então? Estás assim tão de rastos com o trabalho?
M.: estás parva? Tenho é um namorado novo e só o vejo aos fins-de-semana.
(J. a sentir-se estúpida pelo crónico enviesamento dos motivos que nos levam a não querer sair da cama...)
12 de fevereiro de 2010
10 de fevereiro de 2010
Acho que vem aí pifo.
Estou sentada no bar do hotel a tratar de mails e outras maçadas de trabalho e o simpático senhor do bar acabou de me vir oferecer um cocktail alaranjado em copo de pé alto. Aceitei para não fazer a desfeita ao senhor, dei um gole e está cheio de grogue - para quem não sabe o que é faça "grogue cabo verde" no google e descobre rapidamente a que me estou a referir... Cheira-me que hoje isto vai dar em pifo valente.
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