2 de fevereiro de 2010

Renhaunhau

Ontem foi dia de encontros e conversas, algumas planeadas outras espontâneas. Os meus encontros de ontem souberam-me pela vida. Jantei com o meu amigo Felino, costurámos 26 baínhas e rimos muito. Falou-se de homens, mulheres, de histórias de vida, passados e amanhãs. Falou-se, como não podia deixar de ser, da história da pornografia, dos avós e da genética. Falou-se de amor e querer, falou-se de amigos. E falou-se do nosso tema preferido: a curiosidade. E é engraçado, agora que penso nisso, que quando se gosta de um amigo como eu gosto do Felino, a curiosidade é coisa que não passa. Há tantas coisas mais que tem para me contar, para me dizer, para me ensinar, que eu por mim amarrava-o a uma máquina de costura em chão de pedra e fazia um bolo de chocolate mágico que não acabasse nunca. Obrigada.  

2 comentários:

  1. Eu quando salto caio de pé. Mesmo que só tenhas uma vida deixa estar que eu apanho-te.

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