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22 de maio de 2012

Faltam 4 minutos para chegar a lado nenhum.

Ou como, de repente, o passado, presente e futuro se misturam numa amálgama de coisas. E tenho ataques de ansiedade quando revivo os dias de ontem trazendo-os para os dias do amanhã. Que, bem vistas as coisas, é uma forma genial de arruinar o dia de hoje. Até quando é que é normal o passado entrar pelo futuro adentro e deixar-nos congelados no presente? Até quando é que podemos viver à sombra do que foi e usar essa desculpa para não nos deitarmos ao sol? Até quando é que é legítimo termos cuidado, porque afinal não somos parvos, aprendemos, sabemos que não devemos repetir? Falta muito? A mim falta-me a voz a dizer "é já a seguir àquela curva". Porque francamente estou cansada e doente por não saber quando. Nem como. Nem se.

5 de junho de 2011

Hoje é em estrangeiro porque não consigo dizer em português.

Today I'm in a private kind of happiness.

29 de maio de 2011

Sinto-me estúpida e contente ao mesmo tempo...

...quando sei que o momento que gosto mais numa música está exactamente no 2'37''.
Como em tudo na vida, o timing é essencial.

9 de maio de 2011

Da feira do livro.

Há o Livro do Desassossego. E depois há o desassossego do livro.

2 de dezembro de 2010

Mudança de paradigma.

Quando era pequenina queria salvar o mundo.
Quando for grande quero salvar-me a (de) mim.

31 de outubro de 2010

Fica o dito pelo não dito.

Por mais que fale há sempre coisas que não digo, há sempre coisas que ficam por dizer. E a verdade é que sempre foi assim.

24 de março de 2010

Está na cara.

Na cara de cordel.

17 de fevereiro de 2010

tripla-ameaça

O que eu me derreto com homens que cozinham bem. O jantar de hoje é um perigo *suspiro*

12 de fevereiro de 2010