2 de janeiro de 2011

E ao soar das doze badaladas.

Menina do papá, eu me confesso. Porque nada me soube melhor este ano do que passar a meia noite a rir ao telefone com o meu pai. (Freud explica) Depois desliguei, tchin-tchin, mais um trago de champagne misturado com french kissing. Dançámos numa varanda com neve, confetti e serpentinas. Repeti "bonne année" até à exaustão com uma marroquina divertidíssima. Discuti o futuro da banca com um francês alucinado. Descalcei os sapatos no fim da noite e dancei um slow de garagem como antigamente. Fiz a mala. Apanhei um avião no primeiro dia do ano e o piloto fez uma graçola no intercomunicador.
Com um prenúncio destes, o ano por estrear tem tudo para ser maravilhoso.

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